GATA YNDA

Libertei-me de preconceitos e deitei as unhas de fora. Ganhei coragem para partilhar a minha intimidade. Até agora confissões feitas em silêncio num diário em cujas linhas eu me revelava uma mulher por inteiro. Casada, mãe, empresária, amante e ávida de aventuras. Face aos apelos do meu corpo a instintos carnais frequentes senti-me muitas vezes só. Este blog destina-se a todas nós Gatas(os) em Telhado de Zinco Quente... que querem “ronronar”.P.S. Sou muito sexy a dar marradinhas.

sexta-feira, março 30, 2007

O seu EX é um fantasma: livre-se dele!

Espero que estjam todos bem de saúde e claro no que toca ao amor e sexo. Eu e o meu marido continuamos com os nossos jogos, umas vezes mais intensos do que outros mas que vão proporcionando a ambos muito prazer.

Mas isto do amor nem sempre corre bem e é fácil de compreender porque é que o fim de uma relação é doloroso. Apostou-se numa determinada pessoa, fizeram-se projectos a dois e afinal nada disso vai acontecer. Mas por vezes há situações que são difíceis de gerir, especialmente a nível psicológico. Só para terem uma ideia vou contar-vos o caso de uma amiga minha que esteve casada sete anos, numa relação que não foi nunca muito feliz. Quando ganhou coragem, resolveu dizer basta e pediu o divórcio. O marido aceitou e no início ela começou a isolar-se e a eviatr grandes convívios pois, apesar de tudo estava triste e nestes casos a felicidade dos outros torna-se mais evidente. Quando já estava adaptada ao seu estado de solteira e já geria a rotina laboral e pessoal na perfeição o marido começou a rondá-la, a telefonar-lhe e a dizer que não conseguia esquecê-la, etc... Um dia, quando saía do trabalho, lá estava ele todo galã, com um ramo de flores e bombons. Acedeu a tomarem um café mas logo se arrependeu pois ele tentou de tudo para a reconquistar. Humilhado e de má fé ele passou a fazer-lhe a vida negra e desde chantagem a telefonemas consecutivos durante a noite e madrugada de tudo valeu. Já à minha amiga, valeu-lhe a coragem de o enfrentar e dizer-lhe claramente que não havia volta a dar e queb se se ele continuasse com um comportamento obssessivo, iria tomar medidas mais drásticas. Ele percebeu... E ela, muito segura percebeu que estava a viver uma nova vida em que a felicidade merecida era a sua prioridade.
Estou contigo amiga. Mais vale só que mal acompanhada.

quinta-feira, março 22, 2007

O poder da mente

Não existe orgão sexual mais poderoso que a nossa própria mente, nem área mais extensa do que a pele para estimular a sensualidade.
Foi com este pressuposto que ontem quando o meu marido chegou a casa, exausto, proporcionei-lhe umas massagens especiais, eróticas diria.
Deitei-o de barriga para baixo e sentei-me sobre a parte superior das pernas dele. As minhas mãos, brilhantes de óleo aromático deslizaram pelas costas dele. Enquanto lhe causava bem-estar, estava também a desassossegá-lo porque estava sem roupa e os movimentos que fazia obrigavam-no a sentir a minha pélvis, a textura dos poucos pêlos públicos e atéo fluido natural do meu corpo.Ao passar as mãos pelo corpo do meu amor estimulava-lhe a sensualidade e despertava-lhe experiências sensoriais. Com a sensibilidade à flor de pele sentia que ele se arrepiava de prazer.
Neste campo, basta a nossa imaginação e alguma criatividade e o segredo mais importante de uma massagem erótica é usar o tacto para descobrir osn pontos erógenos do parceiro.
Escusado será dizer que depois desta sessão foi a vez dele me brindar com massagem, mas mais interior, se é que me entendem...

quinta-feira, março 15, 2007

Seja o alimento da relação

É inútil pensar que a felicidade alheia nunca lhe acontecerá. A verdade é que quando se inicia uma relação deve-se fazê-lo com a convicção da felicidade que vai viver a dois.
Embora custen admitir, por vezes temos plena consciência de que provocamos pequenas zangas que levam a lado nenhum e que o mesmo tempo dispendido nessas discussões poderia ser melhor aproveitado em prol do amor. Eu e o meu marido também discordamos em alguns pontos mas aprendemos a respeitar a opinião diferente um do outro e não nos aborrecemos com isso.
Se presentemente está a viver uma crise no seu relacionamento e se tem noção de que não está a corresponder ao que o seu parceiro gostaria, tente relaxar antes de partir para o disparate. Procure surpreeendê-lo proporcionando-lhe o que ele mais deseja e é quase certo que ele corresponderá. Mas como é óbvio tem de ter paciência pois quando já se instalou um clima agreste não é fácil recuperar tudo de uma vez. Recordo-me, de uma birra que fiz com o meu marido ainda enquanto namorávamos. Consegui amuar e estar "zangada" com ele durante 9 dias. Hoje até me dá vontade de rir a infantilidade que foi e como podiamos ter estado em verdadeiro delírio já que nos encontrávamos de férias em Peniche.
Fora de casa, seja criativa e procure reviver os tempos de paixão. Dê-lhe a mão, ou faça-lhe um carinho no rosto ou vá mais longe, pespegue-lhe um beijo na boca.
Outra sugestão passa por marcar uma mesa num restaurante e usufruir boa comida e de um bom vinho. Depois amem-se e se conseguir, acorde-o a meio da noite com carícias especiais provocando-o a fazer amor de madrugada. Aqui para nós quem é que resiste a estes gestos?
Acima de tudo o meu conselho é que não deixe morrer uma relação por dá cá aquela palha. Lute com as armas do amor para promover o próprio amor e não se esqueça, o sexo é um excelente estímulo e contribui para o bem-estar físico e psicológico.

terça-feira, março 13, 2007

Uma aula especial

Ele há coisas inexplicáveis e a mim, custa-me aceitar que uma mulher de quase quarenta anos não saiba fazer sexo oral porque diz que se sente inibida.
É ainda mais grave quando essa mulher é minha amiga há já alguns anos e sabe perfeitamente o tipo de relação que eu e o meu marido temos e que somos apologistas de uma liberdade sexual plena, desde que tomadas as devidas precauções.
Foi por isso que quando ela me colocou algumas perguntas comecei a ficar desnorteada pois ela e o Paulo são casados há dez anos e apercebi-me de que a nível sexual não se sentem realizados.
O que ela queria mesmo saber era sobre sexo oral e aqui confesso que apesar de sermos amigos senti-me constrangida em explicar-lhe, ou melhor exemplificar-lhe com uma cenoura como deveria agir com o Paulo.
Expliquei-lhe que deve começar por excitá-lo, despi-lo e começar a acariciar o pénis com a mão, depois com a língua. Depois pode explorar toda a região e só então alcançar a ponta da glande que é a parte mais sensível.
A meio da "demonstração" reparei que ela estava atrapalhada e então, sem hesitar, coloquei a cenoura entre os meus lábios enquanto incentivava com a mão alguns movimentos de masturbação. Expliquei-lhe que com a mão podia puxar a pele peniana deixando mais em evidência a glande, zona erógena por excelência.
Nesta espécie de aula, ainda lhe dei conselhos de evitar magoá-lo, com os dentes por exemplo, pois corria o risco de ele perder a erecção e acima de tudo que aprenda a retardar o momento da ejaculação. Se sentir que ele está prestes a atingir o orgasmo e a ejacular, diminua o ritmo até ele relaxar e assim sucessivamente. Ao ver que ela estava pouco convencida, disse-lhe que se o fizer com prazer também ela sentirá prazer.
Como podem calcular, nessa noite eu proporcionei ao meu marido uma sessão prolongada de sexo oral e quando já ambos estávamos esgotados deixei que ejaculasse para a minha boca.
Atrevam-se!

quinta-feira, março 08, 2007

SEXO ANAL

Tenho protelado a abordagem deste tema, mas muitas pessoas me questionam sobre o assunto e achei que era chegado o momento de falar de sexo anal. Eu confesso que pratico com o meu marido mas não é com muita frequência. E quando falo com as minhas amigas acabo sempre por falar da minha experiência e do que me foi aconselhado como prevenção.
Para muitos esta é a prática da moda. Não porque seja uma fantasia nova especial do século XXI, mas porque são muitos os casais que desejam experimentar. Sobretudo os homens. Apesar do sexo anal ser muitas vezes associado aos homossexuais, hoje em dia já se desmistificou essa ideia e os homens, como já disse, são os que mais fantasiam com esta experiência. No fundo a forma escolhida para amar cabe apenas aos envolvidos e é portanto uma questão de opção, de gosto. Muito importante, quando se decide experimentar esta prática é fazê-lo consciente de que se quer fazê-lo e não só para agradar ao parceiro.
Para quem quiser aventurar-se neste jogo sexual há, contudo, certos procedimentos que devem ser cumpridos. O ânus não é propriamente a vagina e portanto é necessário ter calma e muita paciência.
Por uma questão de higiene, o melhor é ter os intestinos o mais vazios possível e assim não se sentirá constrangida.
A lubrificação é outro requisito indispensável. Adquira um creme ou gel lubrificante para facilitar o momento da penetração e saiba ainda que existem produtos dilatadores que ajudam dilatar o esfíncter.
Mesmo com todos estes passos, o homem não deve penetrar de repente, podem experimentar começar por praticar com um ou dois dedos. Atenção que a ideia é ter e dar prazer, nunca magoar.
Quanto aos riscos, exclui-se obviamente a gravidez, mas destaca-se a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis. Também podem surgir pequenas fissuras que se não forem convenientemente tratadas podem infectar devido aos micróbios contidos nas fezes.
E meus queridos se depois de tudo isto ainda tiverem desejo de continuarem a amar-se, através de coito vaginal, devem trocar o preservativo ou lavar bem o pénis devido aos tais micróbios. Gozem!