GATA YNDA

Libertei-me de preconceitos e deitei as unhas de fora. Ganhei coragem para partilhar a minha intimidade. Até agora confissões feitas em silêncio num diário em cujas linhas eu me revelava uma mulher por inteiro. Casada, mãe, empresária, amante e ávida de aventuras. Face aos apelos do meu corpo a instintos carnais frequentes senti-me muitas vezes só. Este blog destina-se a todas nós Gatas(os) em Telhado de Zinco Quente... que querem “ronronar”.P.S. Sou muito sexy a dar marradinhas.

segunda-feira, julho 16, 2007

Que saudosas recordações.

Recebi um mail de um anónimo que me perturbou pela serenidade e pela forma com que falava da sua primeira experiência sexual. O tal senhor, hoje seguramente um octogenário relembra com nostalgia q.b. a mulher que o iniciou na sexualidade em tempos, por um lado levianos por outro tão vedados às mulheres.
Segundo ele não há uma só noite que passe em que não pense nela de uma forma tão clara que consegue visualizar (de memória) a sua anatomia. A menção mais constante que faz refere-se às coxas e às ancas bem como aos volumosos peitos. (Um à parte:tempos em que gordura era formosura). Num murmúrio escrito e não falado descreve ao pormenor a forma lasciva como tudo decorreu tinha ele 14 anos e ela, uma mulher casada e com falta de sexo. Segundo ele, tudo o que viveu ficou como que impregnado na sua pele como uma doce vivência de quem descobre de forma voraz os prazeres da carne. A visão da pele branca e rosada, a humidade da vulva dela, o quente da língua que o beijava e a dor que sentiu sem saber o que estava a acontecer-lhe ao ver o volume das calças aumentar. Mas ela, sábia e meiga logo o acalmou e com a mão acalmou-lhe os receios e com o monte de vénus aliviou-lhe a dor. Com queternura este senhor recorda o espanto do jorro de vida que dele saiu e dos sons de prazer que ela soltava.
Extenso mail que não me atrevo a reproduzir em que transparece aquilo que muitas vezes é posto em causa nos dias de hoje. Sexo não significa nojo nem pecado, nem sei lá eu o quê! Basta este exemplo, de tempos que já lá vão para deixar ver que desde que os intervenientes queiram e que seja feito com ternura é essencial na vida do Homem e deixa até doces recordações.

1 Comments:

At 4:42 p.m., Anonymous Anónimo said...

NOS KEREMOS É LER SOBRE AS TUAS FODINHAS, NAO SOBRE AS DOS OUTROS!

 

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