GATA YNDA

Libertei-me de preconceitos e deitei as unhas de fora. Ganhei coragem para partilhar a minha intimidade. Até agora confissões feitas em silêncio num diário em cujas linhas eu me revelava uma mulher por inteiro. Casada, mãe, empresária, amante e ávida de aventuras. Face aos apelos do meu corpo a instintos carnais frequentes senti-me muitas vezes só. Este blog destina-se a todas nós Gatas(os) em Telhado de Zinco Quente... que querem “ronronar”.P.S. Sou muito sexy a dar marradinhas.

terça-feira, março 13, 2007

Uma aula especial

Ele há coisas inexplicáveis e a mim, custa-me aceitar que uma mulher de quase quarenta anos não saiba fazer sexo oral porque diz que se sente inibida.
É ainda mais grave quando essa mulher é minha amiga há já alguns anos e sabe perfeitamente o tipo de relação que eu e o meu marido temos e que somos apologistas de uma liberdade sexual plena, desde que tomadas as devidas precauções.
Foi por isso que quando ela me colocou algumas perguntas comecei a ficar desnorteada pois ela e o Paulo são casados há dez anos e apercebi-me de que a nível sexual não se sentem realizados.
O que ela queria mesmo saber era sobre sexo oral e aqui confesso que apesar de sermos amigos senti-me constrangida em explicar-lhe, ou melhor exemplificar-lhe com uma cenoura como deveria agir com o Paulo.
Expliquei-lhe que deve começar por excitá-lo, despi-lo e começar a acariciar o pénis com a mão, depois com a língua. Depois pode explorar toda a região e só então alcançar a ponta da glande que é a parte mais sensível.
A meio da "demonstração" reparei que ela estava atrapalhada e então, sem hesitar, coloquei a cenoura entre os meus lábios enquanto incentivava com a mão alguns movimentos de masturbação. Expliquei-lhe que com a mão podia puxar a pele peniana deixando mais em evidência a glande, zona erógena por excelência.
Nesta espécie de aula, ainda lhe dei conselhos de evitar magoá-lo, com os dentes por exemplo, pois corria o risco de ele perder a erecção e acima de tudo que aprenda a retardar o momento da ejaculação. Se sentir que ele está prestes a atingir o orgasmo e a ejacular, diminua o ritmo até ele relaxar e assim sucessivamente. Ao ver que ela estava pouco convencida, disse-lhe que se o fizer com prazer também ela sentirá prazer.
Como podem calcular, nessa noite eu proporcionei ao meu marido uma sessão prolongada de sexo oral e quando já ambos estávamos esgotados deixei que ejaculasse para a minha boca.
Atrevam-se!

1 Comments:

At 8:18 a.m., Anonymous Anónimo said...

Cito: "deixei que ejaculasse para a minha boca."
Não me parece que tenha sido uma manifestação de amor ou de prazer mas antes uma condescendência, como que se fosse um prémio. Acho isso um mau princípio...

 

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