GATA YNDA

Libertei-me de preconceitos e deitei as unhas de fora. Ganhei coragem para partilhar a minha intimidade. Até agora confissões feitas em silêncio num diário em cujas linhas eu me revelava uma mulher por inteiro. Casada, mãe, empresária, amante e ávida de aventuras. Face aos apelos do meu corpo a instintos carnais frequentes senti-me muitas vezes só. Este blog destina-se a todas nós Gatas(os) em Telhado de Zinco Quente... que querem “ronronar”.P.S. Sou muito sexy a dar marradinhas.

sexta-feira, agosto 31, 2007

Sobreaquecimento

Hoje em dia, nas sociedades ocidentais é comum ver grupos de amigas a jantar ou num bar em amena cavaqueira. Mas aqui há uns anos a coisa não era fácil para as mulheres e uma das poucas formas que tinham de comunicar umas com as outras era através da escrita. A correspondência mantém-se nos nossos dias em situações em que a distância a isso obriga mas pode assumir uma versão mais moderna como por exemplo um mail. A minha amiga Rita desde que casou foi viver para o Norte o que fez com que passássemos a ver-nos muito pouco. Longe vão os dias em que almoçavamos juntas ou tomávamos um café e ficávamos duas ou três horas à conversa. Ela é muito parecida comigo na forma de pensar e de estar na vida e até já estivemos as duas na cama, confesso que passámos bons momentos de prazer. Mas desde que casou é raríssimo estarmos juntas portanto, é por telefone e por mail que comunicamos. Na última quinzena de Agosto tentei todos os dias falar com ela sem resultado e fiquei preocupada porque sei que o marido está no estrangeiro. Mas para que é que eu me preocupei? No fim do mês ela mandou-me uma mensagem que dizia "estou bem, tão bem que até sofro com o sobreaquecimento, depois ligo-te. Ora bastou aquela palavrinha para perceber o que se passava pois sobreaquecimento era a palavra que eu usava quando andava numa enorme actividade sexual. Ora ainda bem que ela não fica a pão e água quando o marido não está.

segunda-feira, agosto 06, 2007

Comunicação Oral

Já muito tenho partilhado acerca da minha vida íntima e se por vezes posso ser repetitiva quando falo sobre um ou outro caso que conheço é porque acredito que vale sempre a penma lutar por uma boa relação. É aqui que entra a comunicação oral e se pensa que me refiro apenas a sexo oral (também é válida a sua importância) enganam-se. Seja qual for o tipo de relação, comunicar é imprescindível mesmo numa relação passageira e essa comunicação pode ser manifestada de várias formas: um olhar, um carinho, uma palavra especial num momento crucial. Da mesma forma que durante o acto sexual muitos de nós aceitam e até fazem questão de ouvir palavras tidas como obscenas mas que ditas naquela altura são um excelente estímulo para a sexualidade a dois.
Eu e o meu marido não poupamos as palavras na cama. Conscientes do poder da comunicação vamos até ao limite e chamamos as coisas em verdadeira linguagem vernácula e nenhum dos dois sai a perder.
Se nunca experimentou atreva-se a pedir que a f..... ou que gosta quando lhe metem o c..... todo de uma vez, etc...