O beijo negro
Os meus devaneios continuam e com o Verão a minha líbido fica impossível de controlar. Nada de me chega no que diz respeito a sexo e cada vez sinto um desejo maior dentro de mim. O meu marido chegou e contei-lhe que me masturbei com o vibrador que ele me ofereceu. Ele riu-se e comentou que sabia que ele me seria útil. Claro que fizémos amor como loucos e nem o ar condicionado abrandava o fogo dos nossos corpos. Pela madrugada dentro já adormecidacomecei a sentir um frémito de prazer e nem me mexi com receio de que fosse um sonho. mas não! Era o meu querido macho a brindar-me com um anilingus. Como é óbvio coloquei-me a jeito e já de gatas ofereci-me para receber toda a sua energia áscula, desta feita sem penetração fálica. As habéis mãos dele percorreram o interior das minhas coxas e chegaram às nádegas sem me acariciar em momento algum o anus ou a vagina. Sem parar com as carícias e mudando o estilo para pequenos beliscões nos mamilos eu já gemia de prazer e ansiava por mais, mas conhecendo-o como conheço sabia que ainda tinha de esperar. Enquanto ele me percorria a sua respiração também se alterava o que me deu a entender que o meu marido faz amor comigo como quando nos conhecemos, com a mesma intensidade e fervor. Quando já sentia que merecia um orgasmo ele pareceu compreender e com delicadeza os seus dedos afastaram-me as nádegas enquanto a boca me beijava o desejado canal. Tremi e ele aprofundou os dedos e o beijo e a língua rumava entre o anus e o períneo. A cada lambidela o meu corpo contraía-se e o beijo expandiu-se até ao clítoris, húmido de ansiedade até que ele não me fez esperar mais e afastando-me as nádegas penetrava-se intensamente com a língua. Transbordei de prazer e para quem me lê só posso desejar que quando se é sexualmente experiente, esta partilha entre o casal é muito intensa. Atreva-se a miar por mais...

