GATA YNDA

Libertei-me de preconceitos e deitei as unhas de fora. Ganhei coragem para partilhar a minha intimidade. Até agora confissões feitas em silêncio num diário em cujas linhas eu me revelava uma mulher por inteiro. Casada, mãe, empresária, amante e ávida de aventuras. Face aos apelos do meu corpo a instintos carnais frequentes senti-me muitas vezes só. Este blog destina-se a todas nós Gatas(os) em Telhado de Zinco Quente... que querem “ronronar”.P.S. Sou muito sexy a dar marradinhas.

segunda-feira, abril 30, 2007

ACESSÓRIOS PARA QUE VOS QUERO...

Qualquer casal moderno, conhecedor da vida em conjunto sabe que rotina sexual já era. Com efeito deixar a sexualidade tornar-se numa situação monótona é o código postal para o esmorecer do prazer a dois.
É neste contexto que os acessŕios ganham realce e desempenham um papel importante na vida íntima a dois. O seu objectivo é estimular e saciar as fantasuias e para tal, nada melhor do que umas algemas, umas bolas chinesas ou tailandesasd, vibradores e porque não uma venda?
A noite passada diverti-me a valer com o meu marido pois dedicámo-nos a vários jogos de sedução: comecei por fazer-lhe um striptease para o provocar e sem intervalo brinquei com umas bolas tailandesas que trouxemos de uma das nossas viagens. Não sei se conhecem, mas com estas bolinhas de plástico podem fazer-se uns malabarismos sexuais tão intensos que nos levam ao orgasmo.
Foi nesta altura que o meu marido resolveu vendar-me os olhos e dizer-me: Fica deitada de barrtiga para cima e não te mexas. Só vos digo que não é fácil ser beijada, acariciada mais e menos profundamente sem corresponder e acabei por o abraçar e puxá-lo para mim. O resultado foi o esperado: algemou-me à cama e com carinho susurrou-me estás à minha mercê. Aproveita!
E aproveitei mesmo, brindou-me com uma sessão de sexo oral e manipulação com os dedos que me fez atingir um orgasmo muito intenso. Ofegante, senti que mere tirava as algemas e a venda e disse-me: agora é a tua vez, sou todo teu.
É desta forma que mantemos o desejo ao rubro e nos reinventamos no amor e no sexo.

sexta-feira, abril 20, 2007

Um ritual de amor e prazer

Vou falar de novo de sexo tântrico porque me tenho cruzado com inúmeras pessoas que são apologistas desta prática. Se pensa que o sexo deve ser feito com calma, entrega e um super orgasmo, então conte com cerca de três horas para um megaorgasmo.
Nós mulheres temos uma criatividade e uma intuição muito especiais para este tipo de coisas e desde a escolha do espaço tudo é pensado ao pormenor. Decore o local como um "santuário" do prazer, lembre-se que é um momento erótico. Espalhe flores perfumadas pelo chão e pela cama. Acenda algumas velas na casa de banho e tomem um banho a dois:é higiénico e relaxante. Depois convide o seu parceiro para uma massagem com óleos essenciais e massage-o suave e sensualmente. Troquem de papel e usufrua você da massagem dele. Explique-lhe que nessa noite ele deverá encará-la como uma deusa (personificação) da deusa sagrado indiana do amor e do prazer. Deixe que o ritual se inicie com beijos no sentido dos pés até percorrer todo o corpo.
Não se esqueça da música e ensine-o a dançar a dança do amor. Sentados com as pernas em posição de lótus (cruzadas) ou, se optaram por outra posição tm é de ficar frente a frente. Respirem calmamente e degustem algumas frutas. Acariciem-se mutuamente na região genital, no fundo o portal para o prazer. Encaixem-se e colados um ao outro comunhem como um só corpo. A partir daqui e seguindo sempre o lema da calma, do usufruir ao máximo e do estimular simultâneo prolonguem o acto até ao clímax, expoente máximo de uma noite inesquecível.

quinta-feira, abril 12, 2007

Fetiches

Todos nós temos fantasias sexuais particulares e é só pensar um pouco para que algumas lhe venham à cabeça. Porém, existe sempre uma que exerce maior atracção que as outras e que por vezes até é a mais estranha. A fantasia nunca fez mal a ninguém e existem muitos casais que tentam levá-las até ao limite. Mas afinal o que é um fétiche? Definido como uma atracção (no sentido de adorar, idolatrar) que alguém pode ter por um objecto inanimado.
Nos nossos dias, a palavra fetiche representa muito mais, visto que ultrapassa o conceito dos objectos e entra mesmo no campo das pessoas que têm determinadas características. Apesar de ainda ser considerado bizarro pela sociedade, a verdade é que são cada vez mais as pessoas a ter a coragem de admitir que tm um ou mais fetiches.
Pois como já vos tenho dito, não existem limites para a fantasia e imaginação e se por exemplo o seu maior desejo passar por adorar os pés do seu companheiro, qual é o problema? E se ele gostar que se vista de enfermeira ou de polícia para fazerem amor? Liberte-se de preconceitos e se é da vontade dos dois fazer algo de diferente. Afinal, o fetiche é uma via paralela para o prazer e pode acontecer em tudo o que desperte desejo sexual em alguém. Se tiver dúvidas, fale abertamente com o seu companheiro. Eu tive uma agradável surpresa, já que o meu marido tem um fetiche que eu adoro, gosta de fazer amor enquanto diz obscenidades. Eu liberto-me e entro numa linguagem de "faca na liga" e o prazer aumenta substancialmente.
À laia de conselho, uma vez que já conheci dois casos em que as coisas acabaram mal, lembrem-se que um fetiche é a via verde para o prazer, mas se se tornar obcessivo e só realizando o fetiche se obtiver prazer já é uma situação patológica. Não caia em exageros, mas aprenda a tirar partido das traquinices do seu companheiro.
Miau...

quarta-feira, abril 04, 2007

Kamasutra

O despertar das diferente partes do corpo com o contacto directo proporciona aos amantes sensações inéditas e inesquecíveis. Eu e o meu marido praticamos algumas das posições da "bíblia" do sexo, o Kamasutra, mas a verdade é que não conseguimos fazê-las todas . Para uma excitação múltipla ele fica de pé e eu de costas para ele curvo-me até tocar com ambas as mãos no chão. Esta posição é muito erótica e é a ideal para um canal vaginal curto, pois apesar da penetração não ser total permite o estímulo simultâneo de várias zonas erógenas. Também gosto quando ele fica deitado de barriga para cima e eu me acocoro, sentada sobre o pénis e dobro os joelhos, recosto-me para trás e as minhas nádegas encaixam-se na barriga dele. Ele agarra-me pela cintura e coordenamos os movimentos ao nosso gosto.
Se até aqui foi bom, só vos digo que nada como a cópula profunda. Ele senta-se de costas bem direitas e com as pernas cruzadas. A penetração é profunda e sou firmemenete agarrada pela cintura. O meu papel, neste caso é recostada para trás, com as coxas sobre ele e os pés presos nas suas nádegas. Fico doida com as carícias nos mamilos, enquanto ele leva os dedos à boca e mos passa, húmidos, pelo clítoris. Nesta posição, é ele quem marca o ritmo e eu deixo-me conduzir ao prazer. Por vezes contraio a vagina e atingimos o orgasmo em simultâneo.
Ontem à noite, convidei-o para um frente a frente:Ele ficou sentado com as pernas abertas e estendidas e eu sentei-me nele abraçando-o com as coxas, ou seja o pénis ficou todo dentro de mim. Desta feita sou eu que comando, investindo por meio de afastamentos e aproximações. Assim controlo a velocidade e se ele estiver quase a ejacular eu descontraio a pélvis para retardar o desejado momento.
Só vos deixo um conselho, vão experimentando para aperfeiçoar as técnicas que aumentam o prazer a dois. O resultado é uma relação mais forte. Divirtam-se...