GATA YNDA

Libertei-me de preconceitos e deitei as unhas de fora. Ganhei coragem para partilhar a minha intimidade. Até agora confissões feitas em silêncio num diário em cujas linhas eu me revelava uma mulher por inteiro. Casada, mãe, empresária, amante e ávida de aventuras. Face aos apelos do meu corpo a instintos carnais frequentes senti-me muitas vezes só. Este blog destina-se a todas nós Gatas(os) em Telhado de Zinco Quente... que querem “ronronar”.P.S. Sou muito sexy a dar marradinhas.

sexta-feira, outubro 13, 2006

Desiludida mas esperançada

Das mensagens que me enviam sinto um misto de agradecimento mas também de desilusão. Afinal sempre é verdade que há muita mulher que não conhece o prazer carnal. Umas por uns motivos outras por questões educacionais, enfim... Face a esta constatação não posso deixar de dizer que parte da culpa é delas próprias se não falam, do assunto com os companheiros. Só assim poderão encontrar, a dois, uma solução para esta questão. Mas para as mulheres que não podem sequer falar de sexo ou prazer o meu voto negativo vai para os homens que apenas pensam no seu prazer e que enquanto saltam e "resfolegam" sobre a companheira não estão a pensar nela. Resta-me a esperança de que as primeiras ganhem coragem de exigir querer ter prazer e de que os segundos entendam a sexualidade como um prazer a dois (caso contrário) amigos, deixem as mulheres em paz e usem a "canhota".

2 Comments:

At 3:02 p.m., Anonymous Anónimo said...

e triste mas e memso assim que o homem portugues pensa: sexo, so para os homens. Nós mulheres somos meros esgotos (se me permitem) onde eles expelem parte da sua virilidade.
qual e o homem que tem sentimentos para connosco?
rarissimo.
aqui deixo mais um apelo a todos os homens que sabem (nao querem) dar prazer a uma mulher...

por isso ynda, há que procurar bem pos aqueles que ainda nos tem respeito...

 
At 4:14 p.m., Anonymous Anónimo said...

Não sei bem se tudo se resolverá só com diálogo: não estamos todos cheios(as) de princípios morais aos quais nem sempre é fácil fazer frente?
Posto isto, não será melhor começar por pequenos truques q façam o(a) companheiro(a) perceber q há outras fontes de prazer q não só a penetração? Por exemplo, beijar as orelhas (mas tendo em atenção q uma é mais sensível q a outra...), o pescoço, as pernas e, a pouco e pouco, avançar para outras zonas mais erógenas.
Quer-me parecer q grande parte da solução está na nossa própria cabeça: e aí, o melhor será deitar para trás das costas os princípios em q fomos educados(as):afinal, temos todos a mesma idade e o mesmo tipo de educação religiosa e moral!

 

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